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domingo, 23 de fevereiro de 2014

Comunidades Quilombolas definem prioridades para 2014

Descrição da Imagem: Participantes do encontro, sentados em cadeiras em formato de círculo.

Durante reunião do Fórum das Comunidades Quilombolas da Península Costeira, realizada nesta quinta-feira (20/02), quilombolas das comunidades de Limoeiro, Casca, Beco dos Colodianos, Teixeiras, Capororocas e Olhos D’Água, dos municípios de Palmares do Sul, Mostardas e Tavares, definiram prioridades para 2014. O Fórum foi promovido na Associação Comunitária Quilombola Dona Quitéria de Casca, em Mostardas.

Ao longo do ano serão trabalhados temas referentes à territorialidade e regularização fundiária, construção de galpões para as associações, Programa Nacional de Habitação Rural (PNHR) e saúde (fiscalização do recurso da Estratégia de Saúde da Família Quilombola e demanda por posto de saúde e atendimento nas comunidades). 

No Fórum estiveram presentes representantes do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), INCRA, Instituto de Apoio às Comunidades Remanescentes de Quilombos (IACOREQ), Federação das Comunidades Quilombolas do RS, Escola Superior de Cooperativismo, da Câmara dos Vereadores de Mostardas e da Emater/RS-Ascar de Mostardas e Tavares. Na reunião também foram abordados temas sugeridos por estas entidades.

Constituída pelas associações de grupos remanescentes de quilombos situadas na planície litorânea existente entre a Laguna dos Patos e o Oceano Atlântico, o Fórum é uma organização independente criada com o objetivo de fortalecer a atuação destas comunidades na luta pelo reconhecimento e exercício de seus direitos constitucionais. 

De acordo com a socióloga da Emater/RS-Ascar de Mostardas, Mônica Arnt, a Instituição participa do Fórum desde sua criação, em 2005, colaborando na mobilização e organização das comunidades, elaborando documentos, encaminhando demandas e prestando apoio logístico.

Informações:
Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar - Regional de Porto Alegre
Jornalista Carine Massierer

cmassierer@emater.tche.br

terça-feira, 15 de junho de 2010

Ainda sobre a participação política


Ao abrir mão do nosso direito de emitir opinião e participar nas decisões que nos afetam, deixamos que outros o façam em nosso lugar e em nosso nome.

É condição necessária à participação a liberdade de pensar, de expressar ideias, e de discutir as mesmas com outros.

A participação política pode ser desenvolvida no local de moradia, no trabalho, na escola, no meio empresarial, nos partidos, na defesa dos direitos humanos, do consumidor, do meio ambiente, das minorias ou de maiorias discriminadas.

Indivíduos lutando por seus direitos são indivíduos que conhecem seus direitos e deveres e, portanto, que não são passíveis de manipulação ou dominação.

Indivíduos conscientes e participantes sentem-se como parte da sociedade - verdadeiros cidadãos - que ajudam a definir as regras da sociedade, lutam para que elas sejam cumpridas e aperfeiçoadas. 

Fonte: BIZ, Osvaldo e PEDROSO, Elizabeth. Participação Política - Limites e Avanços. Porto Alegre: Evangraf, 1998, 7ª edição.

domingo, 13 de junho de 2010

A importância da participação política na sociedade


Temos diferentes espaços de participação política dos cidadãos, com a sua contribuição para a construção de uma sociedade verdadeiramente democrática, igualitária social e politicamente. A cada dia que passa crescem as restrições aos políticos e a tudo que se refere à política. Esta desconfiança tem afastado a maioria dos cidadãos dos espaços de atuação política, o que os transforma em apáticos ou desiludidos, diminuindo a sua disposição para agirem politicamente de forma correta.

A desilusão com os políticos, pelo não cumprimento de suas promessas, leva a conclusões generalizantes, que não elimina nem os maus políticos nem a corrupção. O que demonstra o nosso despreparo e fragilidade política. O eleitor, muitas vezes, desconhece o significado da representação política. O escolhido para ter o seu voto está agindo em seu nome. Assim preciso conhecer muito esta pessoa para saber se é digna da minha confiança, e possui condições para exercer o seu papel.

O eleitor deve fazer uma vigilância sobre o seu eleito, pois a cidadania não se restringe, apenas, em escolher o nosso(s) representante(s): precisamos estar informados sobre a atuação política do(s) nosso(s) "escolhido(s)", para ver se cumpre(m) com as obrigações decorrentes do(s) seu(s) cargo(s). 

Fonte: BIZ, Osvaldo e PEDROSO, Elizabeth. Participação Política - Limites e Avanços. Porto Alegre: Evangraf, 1998, 7ª edição.