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terça-feira, 15 de junho de 2010

Ainda sobre a participação política


Ao abrir mão do nosso direito de emitir opinião e participar nas decisões que nos afetam, deixamos que outros o façam em nosso lugar e em nosso nome.

É condição necessária à participação a liberdade de pensar, de expressar ideias, e de discutir as mesmas com outros.

A participação política pode ser desenvolvida no local de moradia, no trabalho, na escola, no meio empresarial, nos partidos, na defesa dos direitos humanos, do consumidor, do meio ambiente, das minorias ou de maiorias discriminadas.

Indivíduos lutando por seus direitos são indivíduos que conhecem seus direitos e deveres e, portanto, que não são passíveis de manipulação ou dominação.

Indivíduos conscientes e participantes sentem-se como parte da sociedade - verdadeiros cidadãos - que ajudam a definir as regras da sociedade, lutam para que elas sejam cumpridas e aperfeiçoadas. 

Fonte: BIZ, Osvaldo e PEDROSO, Elizabeth. Participação Política - Limites e Avanços. Porto Alegre: Evangraf, 1998, 7ª edição.

domingo, 13 de junho de 2010

A importância da participação política na sociedade


Temos diferentes espaços de participação política dos cidadãos, com a sua contribuição para a construção de uma sociedade verdadeiramente democrática, igualitária social e politicamente. A cada dia que passa crescem as restrições aos políticos e a tudo que se refere à política. Esta desconfiança tem afastado a maioria dos cidadãos dos espaços de atuação política, o que os transforma em apáticos ou desiludidos, diminuindo a sua disposição para agirem politicamente de forma correta.

A desilusão com os políticos, pelo não cumprimento de suas promessas, leva a conclusões generalizantes, que não elimina nem os maus políticos nem a corrupção. O que demonstra o nosso despreparo e fragilidade política. O eleitor, muitas vezes, desconhece o significado da representação política. O escolhido para ter o seu voto está agindo em seu nome. Assim preciso conhecer muito esta pessoa para saber se é digna da minha confiança, e possui condições para exercer o seu papel.

O eleitor deve fazer uma vigilância sobre o seu eleito, pois a cidadania não se restringe, apenas, em escolher o nosso(s) representante(s): precisamos estar informados sobre a atuação política do(s) nosso(s) "escolhido(s)", para ver se cumpre(m) com as obrigações decorrentes do(s) seu(s) cargo(s). 

Fonte: BIZ, Osvaldo e PEDROSO, Elizabeth. Participação Política - Limites e Avanços. Porto Alegre: Evangraf, 1998, 7ª edição.