
O drama vivido pelos os servidores que compõem os primeiros padrões já é histórico. Desde muito, a cada ano, os salários dos servidores do padrão – I ficam abaixo do salário mínimo quando este é reajustado, A cada Assembléia realizada pelo Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de caráter reivindicatório sobre a questão salarial, este fato passa a ser o foco do debate com sérias críticas ao governo por não buscar, de forma definitiva, garantir, pelo menos, o salário mínimo para estes servidores. Não foi diferente na Assembléia Geral do dia 18 de julho, quando foi aprovado um documento para ser entregue ao governo municipal pela Direção da Entidade, manifestando indisposição com relação às últimas medidas tomada pelo governo em premiar alguns servidores em detrimento dos demais, como também, reivindicando reposição salarial enfatizando a gravidade do problema enfrentado pelos servidores da base do quadro geral, os mais prejudicados.
No dia 1º de agosto o Sindicato se reuniu em Assembléia para avaliar o resultado da audiência realizada com o Prefeito municipal.
Na ocasião foi lido o documento reivindicatório que havia sido aprovado em assembléia geral do dia 18 de julho, e que foi entregue, ao governo municipal, por ocasião da audiência.
Os dirigentes do Sindicato informaram que, quanto ao aumento de salários aos profissionais da saúde de nível superior, o governo informou que foi uma forma de compensar os profissionais da Saúde que, ao ocupar cargo de chefia, perdem o adicional (taxa de insalubridade), com isso, não obtendo vantagens ao assumir o cargo por considerar que o valor da gratificação se equivale a taxa de insalubridade.
O motivo que o governo apresentou para justificar o benefício que concedeu aos profissionais em questão, foi considerada, pelos presentes, sem fundamento.
Quanto a reposição salarial reivindicada pelos servidores, tiveram como resposta que, no momento (o governo) não sabe se haveria condições de repor qualquer aumento da folha, mas que, para o final de setembro próximo, poderão saber das reais condições financeiras para que possa dar um a resposta conclusiva.
Os servidores reunidos foram unânimes em não aceitar as respostas recebidas da parte do governo. Propuseram que fosse marcada uma nova audiência com o Prefeito fora do expediente, por volta das 18 horas para que os servidores pudessem se concentrar em frente à prefeitura enquanto os seus representantes estivessem em audiência com o governo. A idéia era fazer já na próxima 5ª feira. De qualquer maneira, a idéia é marcar essa audiência e em seguida, comunicar aos servidores para que possam participar conforme combinaram em se fazer presentes na frente da sede do município.
Por fim pediram mais seriedade ao governo no trato das questões salariais, com a categoria legitimamente representada pelos seus dirigentes sindicais.
Em resumo, estes foram os principais resultados das últimas assembléias do SISPMM.







Uma extensão de aproximadamente 60 quilômetros esburacados da ERS 101 – entre Mostardas e Tavares, trecho pertencente ao Estado – será alvo de uma operação emergencial tapa-buracos nos próximos dias, se o tempo permitir. O anúncio foi feito pelo superintendente regional do Departamento Estadual de Estradas de Rodagem (Daer) de Osório, Laércio Toralles da Silva, durante audiência pública realizada pela Comissão de Segurança e Serviços Públicos (CSSP) em São José do Norte, na noite de sexta-feira (15). Segundo Silva, simultaneamente à operação tapa-buracos, o Governo do Estado investirá R$ 1 milhão por mês na reconstrução dos trechos mais danificados da rodovia, melhorando aspectos como sinalização e drenagem.










