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segunda-feira, 17 de março de 2014

Mostardas participa do Fórum Regional de Acessibilidade


Na foto, participantes de Mostardas, junto com o vice-prefeito de Tramandaí Clayton Ramos.
 
Mostardas esteve presente no sábado (08/03), em Tramandaí (RS), do Fórum Regional de Acessibilidade. O evento promoveu discussões sobre a legislação e a elaboração de políticas públicas para pessoas com deficiência, a promoção de lazer a importância do esporte para inclusão. O presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência, William Ribero, acompanhado de sua vice, Maria Aparecida Chaves “Tida” estiveram presentes.

O coordenador-geral do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade), Jorge Amaro, representou o governo federal no evento, avaliou que a realização do Fórum no litoral norte gaúcho foi muito importante visto que a região possui apenas cinco Conselhos de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência. “Por mais que existam políticas públicas nas mais diferentes áreas, é preciso que se garanta o protagonismo da pessoa com deficiência para qualificar o acesso e aperfeiçoamento destas políticas”, afirmou. Tramandaí, junto com outros 20 municípios, faz parte do litoral norte do Estado do Rio Grande do Sul. Segundo dados do Censo do IBGE de 2010, há 77 mil pessoas com deficiência na região.

Além dos debates, foram desenvolvidas várias práticas esportivas para pessoas com deficiência na programação, entre elas o banho de mar e o surf adaptado. Em janeiro deste ano, a ministra Maria do Rosário já havia participado do lançamento do projeto Praia Acessível, em Capão da Canoa (RS), desenvolvido pelo governo do Rio Grande do Sul nas praias do litoral gaúcho para possibilitar que pessoas com deficiência tomem banho de mar.
Na foto, participantes do evento, em pé, ao fundo, diversos baners dos parceiros.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Acessibilidade e Inclusão em debate


Na semana de 21 a 28 de agosto comemorou-se a Semana das Pessoas com Deficiência.
O Instituto de Pesquisa em Acessibilidade (IPESA/ULBRA) e parceiros realizaram na sexta-feira, 28/8, a I Jornada de Formação Municipal de Políticas Públicas, sob o tema: O Estatuto da Pessoa com Deficiência à luz da Convenção Internacional. A atividade complementou o Mês das Pessoas com Deficiência de Canoas.
A jornada contou com os seguintes apoiadores: Programa Cantando as Diferenças; Faculdade de Serviço Social da PUCRS; Coordenadoria de Inclusão Social e Acessibilidade da Prefeitura Municipal de Canoas; Conselho Municipal das Pessoas com Deficiência; Conselho Estadual das Pessoas com Deficiência; Comissão de Cidadania e Direitos Humanos da Assembleia Legislativa e FADERS.
Promover o debate é referendar o Estatuto da Pessoa com Deficiência e sua conexão com a Convenção Internacional. Os direitos humanos básicos são ainda rotineiramente negados a segmentos inteiros da população mundial, nos quais se encontram muitos dos 600 milhões de crianças, mulheres e homens que têm deficiência. Buscamos um mundo onde as oportunidades iguais para pessoas com deficiência se tornem uma consequência natural de políticas e leis sábias que apóiem o acesso a, e a plena inclusão, em todos os aspectos da sociedade. O progresso científico e social no século XX aumentou a compreensão sobre o valor único e inviolável de cada vida. Contudo, a ignorância, o preconceito, a superstição e o medo ainda dominam grande parte das respostas da sociedade à deficiência.
O desafio para o século XXI é reconhecer politicamente as Diferenças Culturais Sociais e Individuais como uma parte comum da diversidade da condição humana.
Os direitos da pessoa com deficiência são direitos humanos. As pessoas com deficiência são titulares de todo o conjunto de direitos civis, culturais, econômicos, políticos e sociais consagrados na Declaração Universal dos Direitos Humanos, em igualdade com todas as demais pessoas. A proteção igualitária de todos, incluindo os que têm uma deficiência, e a não discriminação são os fundamentos nos quais se basearam os instrumentos internacionais de direitos humanos.
É preciso, urgentemente, mobilização dos governos locais para garantirem investimentos públicos a esta minoria.
Jorge Amaro de Souza Borges.
Biólogo.